sábado, 13 de fevereiro de 2021

Quem nega o passado, mata o futuro

 

Não existe progresso se o ponto inicial é desconhecido. Conhecer o passado da sua família, da sua cidade, estado, país e da civilização é fundamental para entender como foram construídas as estradas que te trouxeram até aqui e para onde elas poderão te levar.

Há alguns anos atrás, nas reuniões familiares ou festas, era comum as crianças serem espectadoras das histórias, quase sempre heroicas, dos adultos e dali, aos poucos, ir forjando a sua personalidade, tirando muitas lições de comportamento, honestidade e esforço.

Um simples café com leite a tarde entre irmãos, primos, tios, pais ou avós, em meio a muita discussão e broncas, o passado e suas tradições fundamentavam o futuro ainda incerto, que aos poucos ia sendo pavimentado pela moral e os bons costumes.

Hoje em dia, até mesmo os poucos momentos motivadores de reuniões familiares estão comprometidos. A festa de aniversário foi substituída por um lanche quase solitário em um fast food, o matrimônio definitivamente virou tabu e o funeral, um lapso de tempo para cumprimentos protocolares à parentes que há muitos anos não eram vistos.

A ausência de amigos fiéis capazes de ouvir todos os seus lamentos, te dar conselhos (mesmo que errados!) se tornou algo natural. A criança não troca mais sopapos com o melhor amigo para depois de algumas horas voltarem a brincar juntos. A garota de 15 anos não tem mais para quem contar por qual garoto está apaixonada. Os adultos não têm mais um ouvido disposto a ouvir suas lamentações e medos com o futuro. As pessoas não confiam mais nas pessoas!

O ato de delegar a educação dos filhos à terceiros e ao Estado, transformou as escolas em um depósito de crianças para alívio dos pais que aproveitam o dia para o exercício de sua profissão, mas muitas vezes para futilidades do dia-a-dia.

O ambiente familiar foi tomado por aparelhos eletrônicos que dividem a atenção e as pessoas entre os cômodos, comprometendo totalmente a unidade familiar, transformando o sinal de Wi-fi mais importante do que um abraço.

Apesar de não acreditar na política sem comprovação científica do “fique em casa”, como bom otimista, avaliei que poderia ser a retomada de padrões familiares, basilares para formação de uma sociedade melhor e mais justa.

Meu desejo se mostrou muito maior do que a realidade, afinal, o Estado, a escola e as famílias de hoje estão corrompidas pelo ódio a leitura e a cultura histórica e, mesmo sendo forçados a ficarem por mais tempo dentro de seus lares, mantiveram o padrão de ociosidade mental.

A destruição da sociedade arquitetada por uma minoria organizada, egoísta e ambiciosa, parece estar bem encaminhada.

Desta vez, sendo menos otimista, acredito que a justa vitória da maioria dependera de sua organização, através do retorno às tradições familiares e, pouco a pouco, unindo-se a outras famílias comuns formarão uma base sólida para a construção de um muro de contenção contra a invasão dessa minoria que não se cansará de buscar pelo seu objetivo.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

O Novo Hitler

 

Existem muitos relatos de germânicos idôneos e céticos tentando explicar como foram lentamente envolvidos pelo discurso esfuziante de Adolf Hitler e pela sua ação brutal na década de 30 na Alemanha.

A perseguição implacável contra grupos específicos não afetava o povo alemão como um todo, afinal de contas, o Grande Líder conseguiu convencer que algumas raças e ideologias deveriam ser eliminadas para que o país e o mundo se transformassem em algo melhor.

Apesar da manutenção da imbecilidade incurável de algumas pessoas, após a 2ª Guerra Mundial, a grande maioria do povo alemão reconheceu o erro de apoiar uma ideologia e um doente mental, sobretudo, ao perceber que a perseguição fora impiedosa, não apenas contra os grupos específicos iniciais, mas contra todos aqueles que um dia acabaram contrariando a opinião do Ditador e de sua claque.

Temos consciência de que a história sempre se repete, porém, custamos a acreditar que quase 100 anos depois desse triste momento histórico, assistimos parcimoniosamente, o surgimento de um Novo Hitler, capturando mentes, dividindo povos, incriminando pessoas sem o devido julgamento e assassinando não pessoas, mas suas opiniões.

Hitler tinha a intenção de dominar o mundo através da força, impondo a sua ideologia e eliminando aqueles que pensavam diferente. O Novo Hitler tem o mesmo objetivo, porém, sem usar a força física, vem sendo muito mais efetivo do que seu antecessor em seu objetivo.

Adolf Hitler tirou a vida de aproximadamente 6 milhões de pessoas, em sua maioria judeus e avançou por países e territórios com seu exército. O Novo Hitler colocou o mundo inteiro dentro de sua jaula eletrônica e concede liberdade vigiada a apenas aqueles que pensam como ele deseja.

Se Hitler foi vencido pela coragem e união de líderes e exércitos que não tiveram medo de balas e bombas, hoje parece faltar homens que tenham a coragem de enfrentar os cliques e algoritmos desse Novo Hitler.

Obviamente, da mesma forma que tivemos pessoas gritando e apoiando as atitudes ditatoriais de Adolf Hitler, hoje vemos pessoas comemorando e aplaudindo a ditadura desse Novo Hitler, mas não custa nada avisar que um dia eles poderão vir a ser um próximo Ernst Rohm e não haverá a quem reclamar.

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Os últimos dias do Império dos EUA

 

Cupins, conforme se alimentam do caule de uma árvore, involuntariamente, a destroem. Esses insetos, após transformarem o tronco em um objeto oco e enfraquecido, saem em busca de uma nova fonte de alimento, sem se preocuparem com a queda potencial dessa árvore diante um vento um pouco mais intenso.

Os inimigos da América, em se tratando de destruição, agiram de forma semelhante aos cupins! Porém, de forma metódica, paciente e organizada, aproveitaram toda a liberdade que esse país proporciona às pessoas e foram aos poucos destruindo o patriotismo, a religião, a confiança nas instituições, a economia, tudo, e agora, se preparam com taças de vodca e vinho de arroz para dar o golpe final.

Avalio que um novo ordenamento mundial se iniciará a partir da conciliação de países enfraquecidos e endividados, engolidos pela Rússia, mirando uma nova versão da URSS. Tudo isso sob os auspícios financeiros dessa nova China, que atualmente concentra boa parte da produção e riqueza mundial e vem adquirindo setores estratégicos em vários países para a implantação da chamada Nova Rota da Seda.

As diferenças entre esses dois países são muito menores que as suas semelhanças. Apesar da maquiagem internacional, vivem sob a ideologia comunista, com governos ditatoriais e possuem o mesmo objetivo histórico: eliminar os EUA como império.

Uma nova Grande Guerra não pode ser descartada, porém, com os EUA enfraquecidos internamente nos aspectos político, social e econômico, além de contar com a concordância dos principais líderes dessa nação, me parece que o consentimento da passagem do bastão, seja por ideologia ou dinheiro, seria o mais provável.

Donald Trump sempre foi o maior óbice da evolução desse “novo império vermelho” e Joe Biden, pelo contrário, parece colaborar para sua evolução.

Um pequeno grupo formado por políticos de vários países, globalistas, organizações mundiais e empresas se animam com essa possibilidade. O sentimento de inveja dos EUA até poderia ser um dos combustíveis dessa euforia, porém, conhecendo os homens e a sua ganância pelo dinheiro e pelo poder, faz com que meus olhos mirem para outros caminhos.

A substituição do Dólar pelo Rublo ou Yuan, ou quem sabe a união dessas duas moedas, não me parece mais um pesadelo distante. Uma nova agenda de controle mundial demonstra o quão fácil é implantar algo ruim, quando se tem o apoio da elite financeira e midiática.

Sinto informar, mas se minhas previsões, que espero, sinceramente estarem todas erradas, em 20 anos poderemos ter um novo ordenamento planetário, com organizações mundiais, comandadas por Rússia e China e tudo isso fará com que o mundo sinta saudades da liderança americana.

Trocaremos uma mãe que presa a liberdade e o diálogo por padrastos que usam a força física e o dinheiro para serem respeitados.

A pergunta que fica é: Como um planeta de aproximadamente 7,8 bilhões de habitantes pode se curvar para um grupo formado por no máximo 1 mil pessoas? 

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

A última cartada

 


No dia 06 de setembro em artigo publicado no Jornal O Estado de São Paulo, o ex-presidente FHC disse que foi um erro a aprovação da Emenda Constitucional nº 16 em 1997 beneficiando a todos os cargos executivos – Presidente, Governadores e Prefeitos – poderem ser reeleitos por mais um mandato de 4 anos.

FHC disse que o instituto da reeleição fez com que os executivos no poder ficassem tentados a terem projetos autoritários para poder se manter no cargo.

Precisamos primeiro entender quais seriam os pontos positivos e negativos da reeleição.

Em um país continental, com tantas divisões de poder e burocrático dificilmente um executivo consegue cumprir seu plano de governo. É muito natural uma obra ficar por anos esperando por uma autorização ambiental ou um projeto ficar parado no legislativo esperando pela boa vontade dos congressistas. A reeleição é positiva, pois dá tempo ao gestor conhecer a realidade do governo, planejar e executar.

Essa não é só a minha opinião, mas também a opinião do próprio FHC em entrevista ao jornalista Augusto Nunes, há menos de 5 anos atrás.

Por outro lado, se o executivo reeleito não oxigena sua equipe de governo, vemos uma queda de qualidade muito grande no 2º mandato, o que é muito ruim para uma cidade, Estado ou país e principalmente ao executivo, pois a última imagem é a que fica no imaginário do eleitor.

Quando FHC cita que o gestor faria de tudo para se manter no cargo, ele finge ignorar que quem está na cadeira leva muita vantagem, pois tem condições de realizar o que a população espera, enquanto os opositores, ficam apenas no discurso.

Outro ponto que FHC finge desconhecer é que a eleição de um sucessor é sempre mais complicada e custosa, basta ver os absurdos que ocorreram na campanha eleitoral de Dilma Rousseff em 2010.

FHC mente duas vezes! A primeira quando não assume que houve compra de votos, mesmo diante de tantas revelações e que essa atitude foi visando apenas beneficiar a ele mesmo.

Se FHC fosse tão altruísta como hoje ele tenta se passar, ele aceitaria indicar José Serra, por exemplo, como o seu candidato, ao invés de comprar votos no congresso.

A segunda mentira é o porque dessa mudança de postura de FHC! Está claro de que o problema é a falta de nomes para fazer frente a Jair Bolsonaro em 2022. Nenhum dos nomes testados até agora conseguiu ganhar a simpatia dos eleitores e por isso mesmo, FHC lança a última cartada com o apoio da imprensa, STF e deputados.

Se por um lado, FHC vai contra a reeleição de Bolsonaro que é constitucional, por outro lado, não dá um pio sobre a tentativa inconstitucional de Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia tentarem a reeleição no Senado e na Câmara Federal.

FHC deu início a um movimento que certamente terá repercussão, pois interessa a muitas pessoas a saída de Bolsonaro antes de 2022, mas cabe a mim perguntar: Tá legal FHC, mas o Sr já combinou com o povo?


segunda-feira, 21 de setembro de 2020

A desinformação do TSE

 




Fake News são notícias falsas veiculadas em qualquer meio de mensagem, sejam as redes sociais, aplicativos de mensagens ou na imprensa em geral.

Desinformação é uma notícia falsa ou opinião de um personagem respeitado divulgada em uma instituição tradicional da mídia (TV, rádio, jornal).

Em resumo, as duas formas de mentir existem, mas a desinformação é muito mais poderosa do que as fake News, por que por trás dela, tem pessoas ou instituições respeitáveis da sociedade.

O ex-chefe de espionagem do regime comunista da Romênia, ligado a KGB, Ion Mihai Pacepa, revelou as estratégias usadas para atacar a liberdade, a religião e promover o terrorismo em seu livro Desinformação, leitura obrigatória para se entender como a grande mídia, junto com a linha ideológica escolhida, podem impactar uma sociedade.

O Presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, em evento no dia 18 de setembro, restrito a jornalistas, pediu amplo apoio da imprensa profissional e de qualidade, ou seja, à grande mídia, ao combate a desinformação e a checagem de fatos divulgados no compromisso da verdade no período eleitoral.

É importante ressaltar que em épocas de eleição as fakes News são corriqueiras, pois são armas de guerrilhas eleitorais usadas para tentar sensibilizar o eleitor através da desconstrução da imagem do oponente.

A quantidade de fake News é quase que diária e parte de todos os lados, porém, a sua eficiência é muito limitada, pois a vitória em uma eleição tem muitas variáveis, tais como: a avaliação de governo, as propostas condizentes com as principais demandas dos eleitores, o perfil do eleitor, o grau de conhecimento do candidato, a imagem do candidato, a relação da imagem do candidato com o perfil ideal do cargo para o eleitor, o potencial de votos e crescimento dos candidatos e, principalmente, a capacidade de obtenção de informações através de pesquisas de opinião para criar um planejamento correto para atingir o seu maior potencial.

Como podemos ver, de nada adiantará propagar uma mentira, através de redes sociais, se em outras ilimitadas características o candidato tem desvantagem.

As redes sociais vieram apenas para ser mais uma forma de se comunicar com o eleitor. Porém, ela carrega contra si, muitas restrições, pois algumas pessoas não têm redes sociais e outras não apreciam mensagens políticas nessas redes e, a mais importante delas, é que as redes sociais têm baixo grau de credibilidade e confiabilidade.

Por outro lado, a desinformação é muito mais poderosa do que as fake News, pois se uma TV, rádio ou jornal tradicional emitir uma notícia ou uma opinião de alguma personalidade importante, ela poderá ter sim, muito impacto nas eleições.

Barroso é uma dessas personagens. Ele faz parte da “elite intelectual” brasileira e sua opinião propagada na mídia tradicional, será certamente, uma informação ou uma desinformação.

A tentativa de limitar as redes sociais, através da criação do Ministério da Verdade brasileiro, surgiu após o crescimento do movimento conservador no Brasil e no mundo.

Essa elite brasileira e mundial têm a certeza de que não existe um movimento coordenado e financiado de conservadores. O que existe são pessoas normais que começaram a emitir sua opinião, muitas vezes revoltadas contra o estamento burocrático e a desmentirem a grande mídia, que jamais havia sido afrontada.

Isso fica claro nas próprias palavras de Barroso: “Às vezes a gente ganha, as vezes a gente perde, portanto, não é o conservadorismo o problema, por mais que incomode a muitos de nós”.

Barroso está incomodado com as redes sociais porque o print é eterno, porque hoje a população não perdoa desvios de conduta das personalidades brasileiras, tais como ele.

Barroso, que defendeu o terrorista italiano Cesare Batistti, disse: “Nós que defendemos a democracia, contamos mais do que nunca com o trabalho da imprensa de qualidade”.

Para Barroso, Battisti é democrata e o povo que emite opinião revoltada com os desmandos do estamento burocrático e da classe política em geral, são fascistas!

 

 


sábado, 12 de setembro de 2020

A crise do arroz

 Com alta no preço do arroz, Procon fará fiscalizações em supermercados no  Piauí | JTNews

A explosão do preço do arroz joga na cara do Brasil e dos brasileiros algumas lições básicas de economia e do poder maligno da influência dos governantes sobre a vida da população.

Os motivos do aumento absurdo no preço final ao consumidor precisam ser discutidos e os culpados devem ser apontados.

Vamos a alguns fatos:

Nos últimos 10 anos, o Brasil reduziu em 58% a área de cultivo do arroz. Isso não se deu por vontade dos arrozeiros, mas pela mão pesada do estado.

Um bom exemplo foi a região da Raposa Serra do Sol em Roraima. Essa área era responsável por boa parte da produção de arroz no Brasil, porém, o governo Lula com o auxílio luxuoso do STF decidiu repassar essa área para indígenas e hoje, onde tínhamos produção de alimentos, temos um dos maiores lixões do estado, ou seja, o que era uma solução para o país, se transformou em um problema ambiental e Lula e o STF não são responsabilizados por isso!

Outro ponto fundamental para o acréscimo de mais de 100% no preço final do produto ao consumidor, foi o desequilíbrio entre a oferta e a demanda do produto devido a pandemia, algo básico para as leis da economia.

Países inteiros obrigaram suas indústrias, comércios e serviços a reduzirem ou, em alguns casos, pararem as suas atividades para evitar o dissemino do COVID-19, o que, obviamente, reduziu e muito a capacidade de produção do grão.

Por outro lado, famílias em casa, impossibilitadas de terem qualquer outra atividade que não seja comer, aumentaram o consumo do produto. Vimos isso no Brasil!

Enquanto indústrias de todos os tipos tiveram suas produções paradas, os supermercados viraram verdadeiros shoppings centers, lotados.

Como isso ocorreu em boa parte do mundo, de acordo com os dados da Associação Brasileira das Indústrias de Arroz, além da evolução do consumo interno, tivemos o aumento de 246% das exportações do produto no comparativo de julho de 2019 com julho de 2020.

Culpar os arrozeiros e empresários desse ramo de atividade por decidirem vender a outros países com o dólar a R$ 5 não é correto! Se coloque no lugar desses empreendedores! Porque você tem o direito de buscar melhores oportunidades de negócios e empregos e eles devem ficar focados no Brasil?

Eles deveriam ser mais respeitados, pois mesmo com a redução da área plantada, conseguiram, com muito esforço e tecnologia aumentar a produtividade e assim, manter os preços, mais ou menos, estáveis em R$ 15 o saco de 5 quilos no supermercado.

Resultado positivo do Estado? Claro que não! Isso foi o resultado do esforço dos rizicultores, que se endividam para comprar novas máquinas, estudam mais, tudo para tirar mais de menos!

O Estado é como a maioria dos técnicos de futebol: são supervalorizados e incapazes de vencerem uma partida, porém são exímios em perdê-las.


Eleições brasileiras e o racismo

 Partidos devem dar tempo de TV e recursos iguais a candidatos negros -  Gláucia Lima

No dia 25 de agosto o TSE decidiu que a partir das eleições de 2022, os recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), bem como o tempo de televisão e rádio da propaganda eleitoral gratuita deverão ser distribuídos de forma proporcional entre as candidaturas de brancos e negros.

Que resultado podemos esperar dessa nova intervenção do Estado sobre a sociedade? Podemos aqui fazer um exercício analisando a lei de 1997 que obrigou os partidos reservarem, no mínimo, 30% de mulheres em suas chapas.

Nas eleições de 1994, três anos antes dessa obrigação, 3 mulheres foram eleitas entre os 70 deputados federais por São Paulo. Nas últimas eleições, em 2018, tivemos 11 mulheres eleitas! A representatividade das mulheres entre os deputados de São Paulo passou de 4,3% para 15,7% do total dos deputados do Estado de São Paulo. Isso parece muito, mas fica a questão: esse aumento foi resultado da obrigação imposta pela lei ou foi o resultado natural da evolução da participação da mulher em todos os setores da sociedade, inclusive, na política, após 24 anos?

O Estado mais uma vez age de forma intervencionista, com visão progressista, querendo modelar a vida das pessoas e da sociedade e abre precedentes para que todas as raças solicitem os seus direitos como se o direito de uma raça estivesse acima do dever de ser brasileiro.

De acordo com o IBGE, no Brasil as pessoas se declaram da seguinte forma: 42,7% brancos, 9,4% pretos, 46,8% pardos e 1,1% de amarelos e indígenas.

O PT do Rio de Janeiro, partido da deputada federal Benedita da Silva, autora do pedido apreciado e aprovado pelo TSE, lançou em 2018, 25 candidatos à Câmara. Em uma hipótese remota, porém, possível, se esse partido lançar 20 japoneses, de cor amarelo e 5 negros, os brancos teriam direito a reclamar?

A insistência em querer fazer justiça em canetadas sempre traz resultados negativos em médio e longo prazo.

O Brasil tem pessoas racistas, mas não é um país racista!

O TSE quando age assim, tentar dividir o país e isso não é bom!

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

O TSE revolucionário

TSE, VERGONHA NACIONAL: O Brasil está dominado pela corrupção, com a  conivência de autoridades e instituições. – BLOG CHIQUINHO POLITIZADOR 

No dia 25 de agosto o TSE decidiu que a partir das eleições de 2022, os recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), bem como o tempo de televisão e rádio da propaganda eleitoral gratuita deverão ser distribuídos de forma proporcional entre as candidaturas de brancos e negros.

Que resultado podemos esperar dessa nova intervenção do Estado sobre a sociedade? Podemos aqui fazer um exercício analisando a lei de 1997 que obrigou os partidos reservarem, no mínimo, 30% de mulheres em suas chapas.

Nas eleições de 1994, três anos antes dessa obrigação, 3 mulheres foram eleitas entre os 70 deputados federais por São Paulo. Nas últimas eleições, em 2018, tivemos 11 mulheres eleitas! A representatividade das mulheres entre os deputados de São Paulo passou de 4,3% para 15,7% do total dos deputados do Estado de São Paulo. Isso parece muito, mas fica a questão: esse aumento foi resultado da obrigação imposta pela lei ou foi o resultado natural da evolução da participação da mulher em todos os setores da sociedade, inclusive, na política, após 24 anos?

O Estado mais uma vez age de forma intervencionista, com visão progressista, querendo modelar a vida das pessoas e da sociedade e abre precedentes para que todas as raças solicitem os seus direitos como se o direito de uma raça estivesse acima do dever de ser brasileiro.

De acordo com o IBGE, no Brasil as pessoas se declaram da seguinte forma: 42,7% brancos, 9,4% pretos, 46,8% pardos e 1,1% de amarelos e indígenas.

O PT do Rio de Janeiro, partido da deputada federal Benedita da Silva, autora do pedido apreciado e aprovado pelo TSE, lançou em 2018, 25 candidatos à Câmara. Em uma hipótese remota, porém, possível, se esse partido lançar 20 japoneses, de cor amarelo e 5 negros, os brancos teriam direito a reclamar?

A insistência em querer fazer justiça em canetadas sempre traz resultados negativos em médio e longo prazo.

O Brasil tem pessoas racistas, mas não é um país racista!

O TSE e o seu presidente, Luís Roberto Barroso, tenta agora causar mais uma divisão ideológica no país.


As mentiras das pesquisas eleitorais

 Pesquisas eleitorais – Eleições 2020 — Tribunal Regional Eleitoral de  Sergipe

Pretendo lançar em 2022 o meu livro sobre política, políticos e eleições. Nele faço um apanhado de todas as formas que empresas e consultores criaram para enganar o político antes, durante e depois das eleições.

Contando casos reais, dedicarei um ou mais capítulos às pesquisas eleitorais, algo que sempre gera muita discussão e desconfiança.

Isso ocorre, porque os políticos, a imprensa e por consequência, a sociedade acreditam de forma totalmente equivocada que as pesquisas eleitorais são fontes premonitórias do resultado de uma eleição.

Durante uma eleição, as pesquisas são apenas e tão somente a melhor ferramenta de planejamento eleitoral. Para deixar claro, costumo fazer uma analogia: pesquisas não são bolas de cristal para preverem o futuro. Elas funcionam como o aplicativo Waze que indica o melhor caminho, aponta os obstáculos e despretensiosamente, informa o possível horário da chegada em seu destino. Não é premonição, pois chegar nesse horário, dependerá de você e das circunstâncias futuras.

Aproveitando dessa situação, alguns institutos se vendem como aqueles que foram capazes de acertar o resultado de uma eleição! Para o Instituto IBESPE isso é uma ofensa!

Outro detalhe é que alguns institutos se prezam, a pedido do cliente, a registrar e divulgar pesquisas fraudulentas, colocando o resultado que o cliente pede, para ver se aquilo poderia mexer com a cabeça do eleitor, de aliados e opositores.

É provado cientificamente que as pesquisas são incapazes de mudar a opinião das pessoas. Isso ocorre porque cerca de 93% das pessoas não sabem que houve pesquisa em sua cidade. 6% sabem, mas não conseguem dizer exatamente o resultado delas e menos de 1% sabem que houve pesquisa na cidade e sabem repetir o resultado. Porém, esse pequeno grupo é formado por pessoas com opinião e ideologia já formada e elas só acreditam no resultado das pesquisas se elas estiverem de acordo com o seu desejo.

O IBESPE desde a sua fundação tem como norma não divulgar resultado de pesquisas eleitorais, pois se acreditamos que elas são para planejamento interno de uma campanha, porque iríamos divulgar para os concorrentes?

Por isso, se você deseja ser meu amigo e cliente do IBESPE, jamais tente pedir para fraudarmos o resultado de um estudo!


sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Todos contra o Conservadorismo

 Os tipos de conservadorismo no Brasil monárquico, segundo ...

Após o aparecimento das redes sociais pudemos assistir ao crescimento do Conservadorismo no Brasil e no mundo.

Mas afinal, o que é ser conservador? Ser conservador é confiar no indivíduo e desconfiar dos governantes. É ter fé religiosa e duvidar de mártires. É confiar na tradição e não aceitar revoluções. Ser conservador é ser patriota e ter instinto de proteção e preservação da vida e da família e, por confiar mais nos Homens do que nos Governos, o conservador, por si só, defende um Estado mínimo.

Por tudo isso, classificar o conservadorismo como uma doutrina, uma ideologia é inapropriado.

A população brasileira é de maioria conservadora e há muitos anos buscava por um Presidente da República que se encaixasse nesses predicados. Bolsonaro foi eleito com essa agenda conservadora e após quase 2 anos de mandato, conseguiu apenas fazer discursos conservadores, pois as mudanças necessárias e que os eleitores desejavam e ainda desejam não prosperaram.

Isso acontece porque nos últimos 50 anos, a ocupação de espaços no poder público por pessoas com ideologias estatista, transformaram a cadeira da presidência da república em algo figurativo.

Na semana passada, o Ministro do STF Alexandre de Moraes, deixou ainda mais claro como pensam os verdadeiros “donos do poder”, disse o Ministro: “O STF deve afastar todas as tiranias, até a tirania da maioria”. O que Moraes quis dizer é que se um presidente, eleito através do voto direto, quiser fazer a vontade da maioria da população e o STF não concordar, ele deve intervir. 

Se engana quem acredita que defender o conservadorismo significa defender a pessoa de Jair Bolsonaro ou um golpe militar, e por isso mesmo, vemos cada vez aumentar o tom de movimentos conservadores contra a aproximação de Bolsonaro ao estamento burocrático e contra o positivismo dos militares.

A população não aceita mais a forma que é tratada pelos políticos e pelos “donos do poder” e está cada vez mais revoltada com a atual situação do país e os reflexos da pandemia na economia serão profundos após o fim do benefício de 600 reais e a história mostra que a população sem pão perde a razão.